terça-feira, 24 de junho de 2008

REUMATISMO NO BRASIL - UM PROBLEMA DE COMUNICAÇÃO


LEIA O EBOOK REUMATISMOS NÃO EXISTEM




A diferença entre
o reumatismo
e
um reumatismo
é
a indefinição
do artigo ou da razão?


Reumatismo não é uma doença.
Se você procura informações sobre reumatismo, esta é a principal informação de que você precisa: REUMATISMO NÃO É UMA DOENÇA.

Em diversos locais na Internet você poderá encontrar a afirmação "reumatismo representa mais de 100 doenças". Alguns dizem isso. Outros, entretanto, dizem que reumatismo representa "mais de 200 doenças", e alguns outros, "mais de 400". As diferenças entre 100, 200 e 400 são significativas e mostram divergências sobre o número de doenças, mas o tema é mais complexo do que isso. Entretanto, apesar da complexidade, o assunto tem sido tratado de maneira vulgar e pouco profissional.
Por exemplo, há quem diga que reumatismo "são mais de 100 doenças, ou que são mais de 200 doenças ou, ainda, que são mais de 400 doenças". A diferença entre representar e ser, nesse caso, é bem sutil, mas é importante, como veremos adiante.
Outros locais dizem que existem mais de 100 doenças, outros que existem mais de 200 doenças e outros ainda que existem mais de 400 doenças que são chamadas de reumatismo.
Existe uma diferença entre uma doença ser reumatismo e a mesma doença ser chamada de reumatismo, mas essa diferença nunca foi explicada antes, porque a verdade fundamental para explicar isso - REUMATISMO NÃO É UMA DOENÇA - não foi dita antes.

Se você chegou a esta página após procurar informações sobre reumatismo na Internet e você procurou essas informações porque, ao fazer uma consulta médica por dor em alguma parte do corpo e ao mostrar ao médico os exames que foram solicitados foi-lhe dito que você "tem reumatismo" ou "tem algum tipo de reumatismo", então relaxe, não se preocupe, porque SE REUMATISMO NÃO É UMA DOENÇA, então evidentemente você não "tem" reumatismo nem algum tipo de reumatismo. Ninguém tem reumatismo. Ninguém pode ter.

Mas, se reumatismo não é uma doença, então o que é reumatismo? Por que alguém diz a uma pessoa que ela tem reumatismo?

Reumatismo é apenas um mito sobre doenças que causam dor no corpo, nos ossos, nos músculos ou nas articulações.
Um mito sobre doenças é uma palavra criada para explicar uma doença (ou doenças) aparentemente incompreensível. No caso do reumatismo, o mito foi criado na antiga Grécia, há mais de 2000 anos, e a doença incompreensível que se pretendia explicar era o aparecimento de dor em uma parte do corpo que não havia sido machucada.
Que machucar qualquer parte do corpo causa dor, isso sempre foi senso comum e nunca precisou de explicação. Mas quando alguma parte do corpo se torna dolorida sem ter sido machucada, isso precisa ser explicado. Quando a humanidade estava começando a pensar, começando a construir o conhecimento, a necessidade de explicação era maior ainda. Entretanto, dois mil anos atrás não havia conhecimentos suficientes sobre a anatomia do corpo, sobre o funcionamento dos órgãos e sobre as doenças que os afetam, sobre as infecções e a imunologia, sobre a sensibilidade dolorosa e a maneira como ela pode ser alterada pelos acontecimentos da vida diária. A ignorância sobre os fenômenos que levam ao aparecimento das doenças era a regra. Por isso, naquela época, a única maneira possível de explicar as doenças era a invenção de mitos que tornassem os fenômenos compreensíveis. Inventa-se um mito quando uma palavra é criada para servir de explicação para algum fenômeno natural. E para servir de explicação para a dor sem causa aparente foi criada a palavra "reumatismo".

Os que inventaram a palavra "reumatismo" e deram origem ao mito nada sabiam sobre doenças que eram reumatismo, ou doenças que eram chamadas de reumatismo, ou que eram representadas pela palavra reumatismo. Para eles, havia apenas uma entidade mitológica que explicava tudo; essa entidade era "o reumatismo".
Assim, a expressão "a dor aparece por causa do reumatismo¨ é uma explicação mitológica.
Embora ainda seja muito usada nos dias de hoje, essa expressão não quer dizer absolutamente nada em termos científicos. Não explica a causa da dor e não diz qual é a doença que está causando a dor.

Para explicar melhor a questão dos mitos sobre doenças, vou dar outro exemplo.

Em todas as culturas primitivas, a ocorrência de convulsões sempre foi associada com demônios. "Essa pessoa está possuída por demônios" era a explicação mitológica para quem apresentava convulsões.
A explicação científica para as convulsões é uma descarga elétrica sincronizada, rítmica e repetitiva produzida por neurônios (células cerebrais) de uma área localizada do cérebro.
Os que acreditam em "possessões demoníacas" precisam acreditar em demônios - e muitas pessoas ainda acreditam - para explicar o que hoje conhecemos por convulsão.
Por outro lado, para aceitar a explicação científica para convulsões, não é preciso acreditar em demônios que não se pode ver. Os neurônios podem ser vistos no cérebro e a descarga elétrica que produzem pode ser medida através de instrumentos. Você mesmo pode reproduzir experimentalmente uma convulsão, se tiver a oportunidade de aplicar um estímulo elétrico em uma área qualquer do cérebro de alguém.
Nos dias de hoje, um médico que presencie uma convulsão jamais dirá "essa pessoa está possuída por demônios". Com certeza ele dirá "essa pessoa está tendo uma convulsão". Um médico sempre deve usar a explicação científica, nunca a explicação mitológica.

Mas quando o assunto é reumatismo, muitos médicos ainda preferem a explicação mitológica, e se você chegou aqui à procura de informações porque alguém lhe disse que você "tem reumatismo" ou que você "tem algum tipo de reumatismo", você é uma prova disso. Mas eu afirmo que dizer a uma pessoa que ela "tem reumatismo" é equivalente linguisticamente a dizer a uma pessoa com convulsões que "ela está possuída por demônios".

Analise as expressões a seguir: Você tem apendicite! Você tem amigdalite! Você tem meningite! Você tem artrose! Quando um médico usa uma expressão como essas para dar explicações, a estrutura da comunicação é:
Você - tem - "alguma coisa".

Essa "alguma coisa" é o diagnóstico médico, que é transmitido do médico para o paciente como o nome da doença que foi identificada. É a doença existente que explica o que está acontecendo com a pessoa doente. Apendicite, amigdalite, meningite e artrose são doenças bem conhecidas.

Quando um médico usa a expressão: "Você tem reumatismo", ele está usando a expressão mitológica "reumatismo" como um diagnóstico médico. Entretanto, a maneira correta de transmitir essa informação seria dizer: Você tem a doença 1, ou a doença 2, ou a doença 3, etc... para se referir a alguma das mais de 100, mais de 200 ou mais de 400 doenças.

Prezado internauta: embora considere essa história de "mais de 100, mais de 200 ou mais de 400 doenças" uma inutilidade, vou continuar a usar ironicamente esses números, até deixar bem claro o que pretendo explicar.

Digamos que a doença 1 seja "artrose".
Alguém que ouviu de um médico a expressão "você tem artrose" deveria estar procurando informações sobre "artrose". Não deveria perder tempo procurando informações sobre reumatismo.
Após perder muito tempo procurando informações sobre reumatismo nas fontes tradicionais, uma pessoa interessada poderia chegar a entender que, para alguns, artrose "é um tipo de reumatismo". Mas não é. Artrose é uma doença da cartilagem articular e reumatismo não é isso, não é uma doença da cartilagem articular. Reumatismo é apenas um mito sobre doenças que causam dor nas articulações, nos ossos, nos músculos, no corpo. Essa história de explicar reumatismo através de "tipos de reumatismo" é uma bobagem inútil mas é tantas vezes usada como explicação e causa tanta confusão que vou tratar disso mais aprofundadamente.

Muito do conhecimento humano foi construído usando sistemas de classificação e nomenclatura. Todas as coisas incluídas em um desses sistemas costumam ser consideradas tipos da mesma coisa. Por exemplo, existem tipos de automóveis...
Um automóvel é definido por vários itens, como carroceria, motor e quatro rodas. Variações individuais nos itens que definem o que é um automóvel é que fazem existir diferentes tipos de automóvel, com carrocerias diferentes, motores diferentes e rodas diferentes.

Para citar um exemplo da medicina, podemos dizer que existem tipos de câncer...
O câncer é a doença causada pelo aparecimento em algum organismo vivo de uma célula anormal, chamada de célula maligna.
Os tipos de câncer variam de acordo com o tipo de célula que se tornou maligna: célula do cérebro, do osso, da pele, do intestino. etc.
O que há em comum entre os vários tipos de câncer é a existência, em todos eles, de células malignas, que variam de acordo com o local, o órgão em que se desenvolvem. Uma doença em que não exista uma célula maligna não pode ser chamada de um tipo de câncer, da mesma maneira que algo que não possua motor, carroceria e quatro rodas não pode ser chamado de um tipo de automóvel.
Mas se houvesse um órgão classificador de automóveis e esse órgão decidisse incluir na sua classificação coisas sem carroceria, com duas, três ou cinco rodas, e sem motor, essa classificação estaria sendo feita de forma arbitrária - sem base científica - porque coisas com características opostas estariam sendo incluídas como se fossem automóveis. O exemplo mais simples para essa arbitrariedade seria dizer que veículos com e sem motor são automóveis. Uma classificação científica deve ser baseada em características comuns, que estão sempre presentes nas coisas que estão sendo classificadas.

O que acontece com reumatismo é algo parecido com classificar veículos com e sem motor como automóveis...
Existe uma classificação de "doenças reumáticas", desenvolvida pelo Colégio Americano de Reumatologia, que lista as mais de 100, 200 ou 400 doenças que foram consideradas como sendo "reumáticas", incluindo aí doenças tão diferentes como osteoporose, artrose, artrites, fibromialgia e outras mais.
O problema com essa classificação é que ela não tem um elo comum entre as doenças que classifica, portanto, não pode ser considerada científica. É uma classificação escolástica, arbitrária, imposta pela autoridade de um órgão classificador, baseada em palavras e não em conhecimento científico. Ela inclui doenças com inflamação ao lado de doenças em que não há inflamação, doenças com infecção ao lado de doenças sem infecção, doenças auto-imunes ao lado de doenças que não são auto-imunes, doenças hereditárias ao lado de doenças sem essa característica, doenças metabólicas ao lado de doenças traumáticas e doenças neoplásicas ao lado de doenças degenerativas. Vistas como um todo, as doenças que aparecem na classificação nada têm em comum que permita considerá-las como tipos da mesma coisa, e elas ali estão apenas porque a vontade das autoridades classificadoras e o costume existente no momento da classificação assim determinaram.
Os problemas com essa classificacão começam quando os médicos aceitam o raciocínio linguístico de que "doenças reumáticas" são sinônimos de "reumatismo". Tirando a semelhança entre as palavras, não há 'fundamento científico para isso.
A expressão "doenças reumáticas" foi criada justamente como uma tentativa de evitar o uso da expressão "reumatismo" nos meios acadêmicos. Péssima escolha. A semelhança entre as palavras prevaleceu sobre a intenção de diferenciar o que é ciência do que é mitológico e fez com que a maioria aceitasse que "uma doença reumática" é a mesma coisa que "um reumatismo".
Foi assim que começaram a usar a expressão "tipos de reumatismo".
Os que raciocinam dessa maneira consideram que cada uma das doenças citadas na classificação é "um tipo de reumatismo". Ou seja, para quem pensa dessa maneira, ser reumatismo significa apenas ser classificado como doença reumática na classificação do Colégio Americano de Reumatologia.

Mas para a população não é isso que significa "ser reumatismo".
Em primeiro lugar, porque a maioria da população nem sabe que existe um Colégio Americano de Reumatologia e uma classificação de "doenças reumáticas".
Em segundo lugar, porque a população não sabe que, para os médicos que acreditam nisso, ser reumatismo é apenas a mesma coisa que ser classificado como doença reumática.
Portanto, não é saber se reumatismo é o que é classificado como tal pelo Colégio Americano de Reumatologia o que alguém assustado pretende quando faz a pergunta:
-É reumatismo, doutor?
A finalidade dessa pergunta é simples: a pessoa quer saber apenas se a doença que ela tem é o que ela entende por reumatismo.

Essa pergunta angustiante revela todos os medos, as crenças e as bobagens que estão ocultas por trás do mito reumatismo na mente das pessoas.
E quem responde afirmativamente a essa pergunta está legitimando todas as crenças, superstições e bobagens que possam estar sendo imaginadas por quem pergunta.
Se alguém tem artrose, a pergunta que importa não é se artrose é reumatismo nem se é um tipo de reumatismo - essas dúvidas são inúteis, não são científicas e as respostas afirmativas dadas a elas beiram o charlatanismo. A pergunta que importa para quem tem artrose é "o que é artrose?"

Vou parafrasear uma expressão literária famosa, de William Shakespeare: Ser ou não ser: Eis a questão!
Para quem está doente, a questão não é "ser ou não ser reumatismo". Essa dúvida é inútil, nada acrescenta sobre a doença em questão e não esclarece ninguém sobre qualquer doença.
Para quem está doente, a questão é: Qual é a doença?

Cada doença tem um nome e o nome nunca é "reumatismo".
Por isso ninguém "tem" reumatismo.

As questões sobre "ter ou não ter reumatismo", sobre "ser ou não ser reumatismo", sobre "representar ou não representar reumatismo", sobre "ser chamada ou não ser chamada de reumatismo", revelam o absurdo problema de comunicação que existe a respeito do tema.

Quando um médico diz a uma pessoa: "Você tem reumatismo", ele deveria dizer: "Você tem essa doença" - dizendo o nome da doença.
Ao omitir o verdadeiro nome da doença, ele está negando à pessoa interessada a informação correta.
Se o médico sabe qual é a doença e em vez de dizer à pessoa apenas o nome da doença prefere dizer "você tem reumatismo", talvez ele faça isso por considerar que a pessoa não tem condições de entender o nome verdadeiro da doença. Muitas pessoas têm dificuldade em repetir os complicados nomes de doenças "quando os ouvem pela primeira vez". Isso é um problema. Mas esse problema é facilmente resolvido pela repetição: após repetir o nome da doença algumas vezes, qualquer pessoa pode aprender a palavra nova. Não há nomes difíceis que não possam ser aprendidos.

Mas o maior problema surge quando o médico não sabe qual é a doença que a pessoa tem e usa a expressão "você tem reumatismo" apenas para esconder a própria ignorância e aparentar que sabe o que a pessoa tem. E para explicar qual é a doença, usa uma comunicação cuja estrutura é: Você - tem - algo-que-eu-não-sei-o-que-é-mas-que-vou-chamar-de-reumatismo".
No Brasil, infelizmente, isso acontece muito.

As pessoas leigas acreditam em reumatismo; a palavra é do vocabulário popular.
Todos falam sobre "ter reumatismo", "ser reumatismo", "tipos de reumatismo", etc.
E para complicar tudo ainda existem palavras técnicas, do domínio científico, como reumática, reumatóide, reumatologia e reumatologista.
A confusão existe porque o mito "o reumatismo" foi preservado pela ciência, mesmo quando as descobertas científicas foram identificando e entendendo as diversas doenças que os antigos tentaram explicar com o mito.

A ciência, na verdade, sempre combateu os mitos.
Mas no caso de reumatismo, em vez de eliminar o mito reumatismo da linguagem científica, os médicos de antigamente, através da escolha de expressões relacionadas ao mito - como reumático, reumatóide, reumatologia, reumatologista -, incorporam-no definitivamente ao conhecimento médico.
Se os neurologistas tivessem feito a mesma escolha, estaríamos ouvindo hoje expressões como "possessionismo demoníaco, possessionismo demonióide, possessodemoniologia e possessodemoniologista", a respeito de convulsões. Sabiamente, a neurologia abandonou o mito e optou por uma nomenclatura científica.

Por que os médicos de antigamente preferiram incorporar o mito reumatismo à linguagem científica, em vez de abandoná-lo simplesmente?

Pelo mesmo motivo que ainda hoje sustenta a permanência do mito na cultura universal.
A história da Medicina está repleta de personagens que tentaram combater o mito reumatismo, esclarecendo o verdadeiro significado da palavra. Mas o uso da palavra, consagrado por mais de 2000 anos de história, tem resistido a todas as tentativas de esclarecimento.
Até agora, em qualquer determinado momento do tempo sempre houve mais médicos dizendo às pessoas que elas tinham reumatismo do que os que diziam que a doença que a pessoa tinha não era reumatismo. E a proporção entre os que dizem uma coisa ou outra é de mais de 5000 para um nos dias de hoje. Ou seja, num determinado momento do tempo, para cada médico que diz que a doença que uma pessoa tem não é reumatismo, há mais de 5000 dizendo às pessoas que elas têm reumatismo. Convencer os que passaram a vida dizendo "você tem reumatismo" a mudar o discurso é tarefa inglória. Afinal, para mudar a maneira como estão acostumadas a explicar algo, as pessoas precisam mostrar humildade e altruísmo.

A questão de que estamos tratando é mudar comportamentos e poderia parecer inútil uma proposição para intervir nesse sentido. Mas todo comportamento humano traz consequências e, se as consequências são prejudiciais às pessoas, a mudança torna-se necessária. Por outro lado, todo comportamento humano traz benefícios para alguns; esses representam as maiores resistências a serem vencidas em um processo de mudança.
Entretanto, no estado atual das coisas, o mito reumatismo beneficia alguns indivíduos oportunistas, mas é prejudicial à maioria das pessoas. E é prejudicial às pessoas doentes no mínimo por mantê-las na ignorância a respeito das doenças que têm.
Mas os prejuízos decorrentes desse problema de comunicação podem ser bem maiores.
Convido as pessoas que sofreram os efeitos dessa confusão para relatar suas experiências nas páginas deste Blog, criado com a finalidade de divulgar conhecimento para desmascarar o mito reumatismo.

-->

4 comentários:

glória disse...

Ótima Matéria, essas informações erã me ajudar muito. Estou em tratamento com ortopedista que diagnosticou uma inflamação nos tendões de pulso, punho e ombro (tenossinovite do extensor, epicondilite lateral e tendinopatia do supra espinhoso, todos com laudo de exame US), porém, o médico do trabalho da minha empresa falou que eu estava com " reumatismo" e solicitou exames de sangue porque minha mãe que já fez tratamento com esse mesmo médico (desde que me conheço por gente, tenho 44 anos e ela 68 ouço ela dizer que tem " reumatismo no sangue" proveniente de uma infecção na garganta. Cada vez acredito menos no diagnostico dos médicos, pois já tive também provas de que medicaram erradamente meu pai que tem 70 anos e até bem pouco tempo ótima saude, depois que começou ir ao médico para fazer alguns exames por causa da idade não é mais o mesmo porque tb diagnosticaram um " acido urico" sem fazer exames e receitaram vários remédios sem necessidade, depois foi descoberto por um ortopedista(rx e exames de sangue) que seu problema era no joelho e não Acido urico como haviam diagnosticado.

sidney disse...

oi tudo bom Doutor? entao gostaria de tirar uma duvida pois alguns meses sinto muia dor pelo corpo todo, nas juntas,no pescoco, outro dia nao estava sentindo muita dor ate para pentear os cabelos e dai fui no clinico do sus e ele pediu o vhs que deu 31mm nos primeiro 60 minutos e dai ela me receitou prednisona, mas dai eu estou com medo de tomar porque ela nao disse qual o meu problema, o que o Doutor acha que eu preciso fazer? desde ja agradeco

Dr. Luiz Claudio da Silva disse...

Sidney:
Você precisa consultar um reumatologista para ter um diagnóstico do seu caso.
Prednisona não deve ser usada para tratar a dor quando não se tem o diagnóstico da doença que está causando dor.

ronaldo mota disse...

ola galera sou ronaldo mota e soiu prova viva que tudo isso qeu o doutor falou e verdade. tive colite" inlflamação no colo do intestino" e sofri muito com dores nas articulações tinha febre e alguns medicos dizia ter reumatismo, descobre e fiz o tratatamento e nunca mais tive "reumatismo" um abraço meu gmail e rmota906@gmail.com